quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
A casa mais cara do mundo
O prédio Antilia tem 173 metros de altura, distribuídos em 27 andares, com garagem para 160 carros. O espaço acomodaria com luxo pelo menos 20 famílias. Mas a construção recém inaugurada acaba de receber seus únicos cinco moradores: o bilionário Mukesh Ambani, a mulher e os três filhos. É como se cada pessoa ocupasse quase 6 andares. A "casa" é a mais cara que já foi construída no mundo, no valor de 1 bilhão de reais. E contrasta com tudo a sua volta: ela fica em Mumbai, na Índia, país onde vive um terço da população mais pobre do mundo.
A construção tem área de 37 mil metros quadrados. Para se ter uma ideia, é muito maior que o Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, que tem 225 suítes distribuídas em 12 mil metros quadrados. De fato, a casa mais parece um hotel: tem nove elevadores e emprega 600 funcionários. Além de vários quartos e salas, há academia, piscina e até cinema para 50 pessoas. O salão de festas tem 80% do teto coberto por lustres de cristal. No topo, há espaço para três helicópteros. Do alto, é possível ver o Mar Arábico. Foram três anos para construir o prédio – durante este período, a família ocupou um edifício de 22 andares, reformado para atender às suas necessidades.
O projeto é uma parceria dos escritórios de arquitetura Perkins+Will e Hirsch Bedner Associates, responsáveis também pelo hotel Mandarin Oriental New York, onde a família costuma passar férias. Ambani tem fortuna estimada em 43 bilhões de dólares. Ele é a pessoa mais rica da Índia e a quarta mais rica do mundo. 
Nirvana, A banda de Rock que revolucionou uma época
Nirvana
Formação: Aberdeen, WA, EUA em 1987
teve seu final em 1994 com a morte de Kurt Cobain.
Kurt Cobain: vocal, guitarra
Krist Novoselic: baixo
Dave Grohl: bateria e backing vocal
outros integrantes:
Pat Smear: guitarra (1993~1994)
Jason Everman: guitarra (1989)
Chad Channing: bateria (1987~1989)
Dan Peters: bateria (19890
Dale Crover: bateria (1989)
O Nirvana foi uma das bandas mais importantes da história do rock 'n' roll, tendo contribuído de forma direta para a redefinição do gênero ocorrido no fim do milênio passado. Sua carreira meteórica e seu hoje mitológico líder, Kurt Cobain, são parte importante da história da música recente, e continuam ainda hoje despertando discussões e adoração, bem como seu reduzido - mas fundamental - legado continua influenciando e sendo reverenciado por fãs e artistas ao redor do globo. A vida de Kurt e o final trágico dessa história contribuem também para tornar o Nirvana um nome que estará sempre em um patamar acima, no panteão dos inesquecíveis. E não se trata apenas de confusões e sensacionalismo. O Nirvana uniu boa música e carreira conturbada em combinação explosiva, em uma era onde a divulgação (e exploração) de bandas e artistas começava a ter escala mundial.
Kurt Donald Cobain nasceu em 20 de fevereiro de 1967, em Aberdeen, à aproximadamente 220 quilômetros ao sul de Seattle, no estado americano de Washington. Devido aos constantes problemas entre seus pais (um mecânico e uma secretária, que vieram a se separar definitivamente quando ele tinha 7 anos), ele morou em vários lugares diferentes, e desde cedo mostrou-se um garoto muito irriquieto e com problemas de saúde que lhe obrigavam a tomar sedativos e outros remédios (como o Ritalin) para acalmar sua hiperatividade e fazê-lo concentrar-se na escola. Mas os esforços quanto aos seus estudos foram em vão, e logo ele se desligou da vida escolar. Passava grande parte de seu tempo sozinho, ouvindo música, pintando e escrevendo em seus diários, na maioria das vezes, na casa de outros parentes ou mesmo de pais de seus amigos, que aceitavam cuidar do garoto-problema. Sua conturbada infância seria refletida anos mais tarde em várias músicas que ele compôs para o Nirvana. Assim, ainda cedo, ele teve contato e se apaixonou pelo rock 'n' roll, e ouvia bandas como Beatles, Monkees, Clash, Kiss, Black Sabbath, Sex Pistols e Led Zeppelin. Aos 14 anos ganhou uma guitarra de aniversário, e ficava cada vez mais claro que sua vida seria voltada à música.
Foto do começo da carreira: Jason Everman e Kurt Cobain ao fundo, Krist Novoselic no meio e Chad Channing embaixo
Kurt foi crescendo e em sua adolescência acabou envolvendo-se com a cenário musical underground da região, onde formou várias amizades e chegou a trabalhar nos bastidores de algumas bandas. Entre elas, o Melvins, um dos mais importantes nomes da região e que serviu de inspiração para grande parte das bandas que mais tarde fariam o cenário de Seattle se tornar conhecido mundialmente, entre elas, o próprio Nirvana. O som feito pelo grupo era mais ou menos aquilo que veríamos mais tarde virar referência em Seattle: algo entre o punk e o heavy metal. Kurt chegou a formar uma banda, chamada Fecal Matter, com o baixista do Melvins, Dale Crover, e gravar precariamente algum material.
Mas foi Buzz Osbourne (vocalista do Melvins) quem lhe apresentou em 1985 o seu futuro melhor amigo, Krist Novoselic. Foi também Buzz quem lhe apresentou outras bandas que seriam mais tarde a influência principal do Nirvana, como Stooges, Black Flag e Flipper. Kurt começou a adquirir consciência dos princípios do punk rock e também a renegar e esconder seu passado de fã de bandas mainstream, conflito esse que perduraria e influenciaria boa parte de sua vida.
Meses depois de se conhecerem, Kurt e Krist mudam-se para Olympia, atraídos pelo cenário musical dessa cidade. Lá se tornam figurinhas fáceis nos shows e bares underground. Formam sua primeira banda em 1986, chamada Stiff Woodies. Cobain ficou com a bateria e Krist com o baixo, e os outros instrumentos ficavam com vários amigos diferentes, que entravam da banda para logo depois sair. Da mesma maneira que mudavam as formações, mudava o nome da banda: passaram também por Skid Row e Sellouts. Durante essas mudanças, as posições entre os membros também eram trocadas, e no final de 1986, a banda estava com Cobain cantando e tocando guitarra, Krist ainda no baixo e Aaron Burkhart na bateria. Com a saída de Aaron, Chad Channing assume as baquetas, e a banda troca o nome definitivamente para Nirvana.
O ano de 1986 também marca a fundação da Sub Pop, gravadora criada pelos amigos Jonathan Poneman e Bruce Pavitt, sendo que este último viera para Seattle ao lado de Kim Thayil, que mais tarde formaria o Soundgarden. O objetivo do selo era ajudar bandas independentes em início de carreira, que pipocavam aos montes nesta região. Seria o responsável por mostrar o Nirvana ao mundo, pouco tempo depois.
Podemos dizer que o ano de 1987 marca o início da meteórica carreira do Nirvana. Início não muito diferente de todas as bandas independentes: shows e pequenas apresentações em bares, festas e universidades locais. O som produzido por eles já se caracterizava por ser uma mistura contagiante da agressividade e rebeldia do punk rock com o peso e energia do metal/hard rock. Já era notável também o talento de Kurt Cobain, naturalmente, líder e principal compositor do Nirvana. Aos poucos a banda ia fazendo seu nome no circuito underground da região. Kurt também entrava cada vez mais a fundo em um mundo pessoal povoado por demônios como as drogas, mágoas familiares e seu problema estomacal crônico, para o qual ele nunca acharia uma solução.
Foi através dessa relativa fama que o produtor Jack Endino tomou conhecimento do grupo. Depois de encontrá-los e ficarem amigos, ele ajudou na produção de algumas fitas demos com as quais convenceu seu amigo Jonathan Poneman, da Sub Pop, a firmar um contrato com o Nirvana. O primeiro fruto desse contrato foi um vinil lançado em novembro de 1988 através do famoso "The Singles Club", com as música "Love Buzz" (cover de uma banda holandesa chamada Socking Blues) e "Big Chesse". O lançamento final desse single foi marcado por alguns problemas - era originalmente para ter sido lançado em junho - devido às dificuldades financeiras da gravadora. Apesar de fazer um excepcional trabalho de divulgação de várias excelentes bandas que não encontravam apoio nas grandes gravadoras, a Sub Pop continuava a ser um pequeno selo cujos escassos recursos freqüentemente atrapalhavam os dignos propósitos de seus fundadores. E acabou não sendo diferente com o Nirvana, que não só viu o atraso do lançamento de "Love Buzz", como também teve que aceitar um aumento no preço final do material, para tentar evitar uma possível perda de dinheiro investido pela gravadora.
A banda na capa da Rolling Stone durante o estouro de Nevermind
Felizmente, não foi o que aconteceu: o single vendeu bem (além das 1000 cópias originais, foi necessário a confecção de 200 adicionais), principalmente devido ao fato de o Nirvana já possuir um pequeno público, nascidos das famosas e incendiárias apresentações da banda em Olympia e Seattle.
Empolgada com o retorno, a Sub Pop resolve arriscar e investir em um álbum para o trio, além de promover um melhor esquema de divulgação para eles. Com o dinheiro arrecadado com o "The Singles Club" (que logo após o Nirvana lançou material do Mudhoney, Flaming Lips, Afghan Whigs e Tad), a Sub Pop pagou a estadia em Seattle de um famoso editor inglês da revista New Music Express. O objetivo era fazê-lo conhecer a fervilhante cena underground da região. Não deu outra: o influente editor, chamado Everett True, ficou impressionado com bandas como Mudhoney, Nirvana e Soundgarden, e as fez virar notícia na Europa também. O embrião do sucesso do "grunge", termo que vinha sendo utilizado (reza a lenda, cunhado por Mark Arm) para se referir a cena musical do nordeste dos EUA, começou a se desenvolver aí. As bandas de Seattle passaram a fazer turnês maiores e começaram a ver seus nomes escritos e reconhecidos em várias revistas e publicações dos EUA e da Europa.
Assim, enquanto o Nirvana continuava fazendo shows, o grupo começa a pensar também na gravação de seu primeiro disco, oferecido pela Sub Pop. A banda contou ainda com o apoio financeiro de Jason Everman (que mais tarde teria uma rápida passagem como baixista do Soundgarden), que acabou tendo seu nome citado no encarte do álbum como guitarrista. Na verdade, ele só tocou com o grupo em uma ocasião: na gravação de um cover do Kiss, a música "Do You Love Me?", que entrou em um disco tributo aos caras-pintadas lançado pouco antes da gravação do primeiro álbum do Nirvana. No fim de 1988 o Nirvana entra em estúdio para gravar seu primeiro LP, sendo que sua produção demoraria aproximadamente dois meses, à um custo final de exatos 606,17 dólares. Finalmente, o álbum intitulado "Bleach" foi lançado em junho de 1989 - a Sub Pop ainda possuia os velhos problemas financeiros que atrasaram a sua chegada às lojas, apesar de a situação estar melhorando sensivelmente. O disco vende cerca de 35.000 cópias (número anterior ao mega-estrelato do Nirvana). Trata-se de um pequeno clássico. Estão lá as melodias, os riffs simples e criativos e a energia punk. Tudo ainda bastante tosco e primal.
Kurt e Courtney
Durante a turnê de divulgação do álbum, o fantasma das mudanças no line-up voltam a assombrar a banda. Chad Channing sai em maio de 1990 alegando diferenças musicais com os outros companheiros, e para seu lugar inicialmente é chamado Dale Crover do Melvins, antigo amigo de Kurt. Mas este também não fica muito tempo, e logo depois quem assume as baquetas é Dan Peters, do Mudhoney. Na verdade, esses bateristas estavam apenas quabrando um galho para o Nirvana, enquanto não achavam um baterista definitivo, até por que os dois já tinham suas bandas "oficiais". É com Peters na bateria que o Nirvana grava, ainda em 1990, o single "Sliver", e que além da faixa-título possuía também a música "Dive".
Gravam também um EP chamado "Blew" ao lado de Butch Vig (atual baterista do Garbage e produtor de outros clássicos do rock alternativo, como o disco "Siamese Dream" do Smashing Pumpkins e "Dirty" do Sonic Youth). "Blew" saiu em uma edição limitada, o que faz dele uma raridade hoje em dia. E, em outubro de 1990, eles finalmente acham um baterista definitivo: é Dave Grohl, que veio da banda de hardcore Scream.
O Nirvana continuava a sair do anonimato cada vez mais rapidamente, fazendo inclusive uma turnê pela Europa. Depois de finalmente resolver negociar com as várias grandes gravadoras que assediavam a banda, eles são aconselhados pelos amigos do Sonic Youth e resolvem assinar contrato com a DGC (uma divisão da Geffen Records) em abril de 1991. A Sub Pop também ganhou com a mudança, afinal, o pequeno selo arrecadou um bom dinheiro pela rescisão de contrato com o Nirvana, devidamente pago pela DGC.
De casa nova, a banda entra em estúdio ainda em 1991 para gravar seu segundo álbum. Novamente com a produção de Butch Vig, o Nirvana faz diversas sessões de estúdio, gravando e regravando várias vezes o material a ser colocado em seu novo LP, cuja idéia inicial de Kurt era intitular "Sheep". A banda trabalhava com empenho mas às vezes ficava nas mãos do humor e manias de Kurt, cujos problemas químicos aumentavam a medida que aumentava a pressão em cima de sua carreira. Antes do lançamento de seu novo trabalho, a banda participa do famoso Reading Festival, na Inglaterra, ao lado de nomes de peso como Iggy Pop e Sonic Youth, sedimentando ainda mais sua fama. O resultado das sessões no famoso estúdio Sound City, na California, é lançado finalmente em 24 de setembro de 1991, sob o título "Nevermind". O disco conta com ótima produção (mixagem final de Andy Wallace) que destaca bem as excelentes melodias criadas por Cobain e deixa o barulho produzido pelo grupo mais acessível (para o bem ou para o mal). Fora isso, "Nevermind" é um clássico do início ao fim, citado constantemente como um dos melhores discos de rock de todos tempos. Poucos discos na história tiveram tantos hits reunidos lado a lado: "Come as You Are", "Smells Like Teen Spirit" e "Lithium" foram tocadas à exaustão.
O objetivo inicial da DGC era conseguir vender todas as aproximadamente 100.000 cópias prensadas, mas hoje "Nevermind" já ultrapassou o impressionante número de 10 milhões de cópias vendidas, e continua a vender regularmente mesmo depois de mais de uma década de seu lançamento. O disco foi um fenômeno de vendas logo de início, e ficou durante muito tempo nas paradas de sucesso (tendo atingido a primeira posição nas paradas americanas em fevereiro do ano seguinte). O Nirvana tem seu nome levado à posição de grande sensação do rock mundial, assim como toda geração de bandas de Seattle tem seus nomes reconhecidos e expostos. A MTV descobre a banda e tudo isso é elevando a décima potência. Kurt Cobain se transforma em ícone pop e o porta-vez da geração X.
Aí começam os problemas. Kurt mostra imediatamente ser incapaz de suportar e ser aquilo em que ele se transformou. Suas contradições aumentam, e apesar de sempre ter almejado alcançar sucesso no mundo do rock 'n' roll, ele viu que tudo aquilo não era bem assim como costumava sonhar. Enquanto ele vislumbrava em seus shows o público adolescente típico da MTV, parecia sentir falta do respeito por parte das pessoas que ele tinha em alta consideração, e temia estar perdendo sua integridade punk.
Kurt Cobain durante a apresentação acústica na MTV
Cada vez mais ficava evidente sua tendência a depressão, sua fraqueza ao lidar com drogas e também seus impulsos suicidas começavam a florescer. Ainda assim, nada atrapalhou a incrível ascensão do Nirvana, e por volta de 1992, eles possuíam prestígio e sucesso poucas vezes vistos antes na história do show-business.
A rotina alucinante do Nirvana continuava: shows lotados, entrevistas, matérias em revistas, em jornais e em programas de televisão eram o dia-a-dia do trio. A banda não tinha tempo para descansar e botar as idéias no lugar, uma vez que tudo aconteceu muito rápido. Muitas vezes faziam shows em grandes lugares (no Hollywood Rock de 1993 eles tocaram para 35.000 pessoas), mesmo insatisfeitos com isso, pois preferiam os pequenos shows e concertos que faziam no início de carreira. "Em um pequeno ginásio, nossa energia flui melhor" comentou Dave Grohl, na ocasião do Hollywood Rock. Kurt mostrava-se inseguro com os rumos que sua carreira estava tomando, mas não conseguia se desvincular de tudo que considerava nocivo. Algumas apresentações na televisão americana ficaram famosas, como a no "Saturday Night Live", onde Cobain e Novoselic se beijam após a performance da banda. Aparecem também no "Headbanger's Ball" (um programa da MTV) e em um programa da BBC chamado "Top of the Pops", onde eles dublam "Smells Like Teen Spirit" da maneira mais irônica possível.
Ao menos sua imagem a banda deixa intacta, sempre usando as roupas rasgadas e velhas que usavam nos shows nos buracos do início na carreira, além de protagonizar as já costumeiras seções de quebra-quebra de intrumentos (que também acontecem sem cerimônia nos programas de TV) e desaforos como a masturbação de Kurt diante das câmeras do Hollywood Rock. Fora da música, seu romance com a vocalista do Hole, Courtney Love, a quem ele conhecera em clube no qual o Nirvana se apresentaria, rendia fofocas e matérias para os inúmeros tablóides sensacionalistas, que não cansavam de noticiar brigas e quaisquer outros acontecimentos relacionados à dupla.
Kurt e Courtney se casaram em uma cerimônia realizada no Hawaii em fevereiro de 1992, e anunciaram que estavam esperando uma filha para agosto. Na imprensa, surgiram boatos de que o casal continuava a consumir heroína e outras drogas regularmente, mesmo estando ela grávida. Eles negavam tudo veementemente, apesar dos problemas de saúde de Cobain ficarem cada vez mais explícitos, inclusive obrigando o Nirvana a cancelar alguns shows vez ou outra. Isso fez com que algumas instituições de proteção à crianças entrassem com um processo na justiça de Los Angeles, tentando tirar a futura guarda da criança do casal, mas sem obter sucesso. Frances Bean Cobain nasceu com saúde em 18 de agosto de 1992. Um pouco antes disso, em junho, Kurt visitou um hospital em Belfast depois de um show na Europa, para tentar tratar de seu problema no estômago.
om uma família para cuidar, Kurt pareceu acalmar um pouco, tentando suavizar a rotina de rock-star. O Nirvana passou a escolher melhor os shows em que se apresentaria, e passada a euforia inicial, eles tentaram virar um grupo de rock normal. Devido a impossibilidade de lançar material inédito ainda em 1992, decidem lançar uma coletânea de antigas gravações da banda, com músicas que só saíram em singles, raridades, demos e lados B, para saciar a grande legião de fãs, ávida por novidades do grupo. "Incesticide" é um bom álbum, que mostra um Nirvana mais seco e sujo do que em "Nevermind", afinal, a maioria das faixas que lá estão foram produzidas e gravadas no período anterior ao estrelato do grupo. A capa do disco possui um desenho feito por Kurt.
Em 1993, a banda se encontra com uma quantidade suficiente de novas composições para a gravação de um novo disco. A idéia era fazer um trabalho que retomasse as raízes do grupo, sem facilidades e concessões. Kurt ainda tinha seus problemas de aceitação com a maneira como "Nevermind" soava, e sentia que em débito com seu passado. O produtor escolhido para lhes ajudar nesta tarefa foi respeitado Steve Albini e o novo disco foi concluído em duas semanas, durante a primavera americana. Ao mesmo tempo, ficavam fortes os rumores de que Cobain estava tendo uma nova recaída, e seus problemas pessoais voltavam a perturbar a banda. Pouco tempo depois, esses rumores, infelizmente, começaram a se mostrar verdadeiros: Kurt teve uma overdose de heroína no dia 2 de maio e só se salvou devido ao rápido atendimento médico, fato que foi escondido da imprensa durante um longo tempo; em junho, Courtney Love chamou a polícia na casa do casal, pois Kurt supostamente estaria trancado no banheiro com uma de suas armas dizendo que iria se suicidar; ainda em junho, no final do mês, ele é vítima de uma nova overdose, em um hotel de New York, antes de uma apresentação da banda no Roseland Ballroom. Depois de superar esses acontecimentos, ele aceita se internar em um centro de recuperação, para ver se consegue se livrar definitivamente das drogas. Mas Kurt não aguenta muito tempo e desiste antes de terminar o programa.
A despeito de todos esses problemas, "In Utero" é lançado em 23 de setembro de 1993. Trata-se de um disco tão brilhante quanto "Nevermind", com a diferença de ter sofrido uma enorme expectativa em cima. As temáticas continuam versando sobre as neuroses de Cobain (explícita na capa do disco também), com suporte de um instrumental afiado, dessa vez mais tosco, soando mais real e intricado do que tudo que a banda já havia registrado antes, resultado das gravações realizadas ao vivo e sem overdubs. Consequentemente, o álbum tem menos hits e não faz o mesmo sucesso estrondoso que seu disco antecessor. Kurt aproveita para espetar desafetos ("Rape Me" é endereçada à repórter Lynn Hirschberg, da revista "Vanity Fair", que foi a primeira a questionar se Kurt e Courtney seriam bons pais para a pequena Frances Bean; "Serve the Servants" cita seu pai), rir dele mesmo ("Dumb") e falar sobre seus problemas de saúde (quase todoas as músicas). Apesar da resposta comercial menor, o álbum é o melhor da banda na opinião de muitos fãs.
Muitos boatos surgiram na época dando conta de que a DGC não tinha ficado nem um pouco satisfeita com o que a banda lhe entregou a princípio. Ainda sim, devido ao prestígio do grupo na gravadora, eles conseguiram manter essa idéia inicial, cedendo apenas em remasterizar o disco com o produtor Scott Lit (que já trabalhou com o REM), que deu uma suave limpada nas faixas, mas no final das contas, não mudou muita coisa.
Kurt Cobain: mito ou fantoche nas mãos da mídia?
A banda parte para mais uma exaustiva turnê em outubro, contando com a ajuda do guitarrista Pat Smear (ex-Germs). Eles ainda acham um tempo para gravar um show acústico para a MTV, em novembro, certamente um dos últimos grandes momentos da carreira do Nirvana. Cobain, apesar de claramente nervoso, parece estar no auge de inspiração para cantar e interpretar, sem deixar transparecer a mínima suspeita de que seus problemas estarem cada vez mais perto de vencerem a batalha.
No total foram seis covers: "The Man Who Sold the World" de David Bowie, "Jesus Doesn't Want me for a Sunbeam" do Vaselines, "Where Did You Sleep Last Night" do Leadbelly e "Plateau", "Oh, Me" e "Lake of Fire" do Meat Puppets (os irmãos Kirkwood sobem ao palco para colaborar com o Nirvana na execução de suas músicas). Das músicas próprias, o destaque unânime é a atuação solitária de Kurt em "Pennyroyal Tea", que se transformaria em motivo de orgulho até do próprio Kurt, sempre muito auto-crítico. Ainda pela MTV, a banda grava um especial de final de ano. O final de ano que seria o último vivido por Kurt Cobain.
Continuando na estrada, a banda faz seu último show nos EUA no dia 8 de janeiro de 1994, no Center Arena de Seattle. Depois de um pequeno descanso, no dia 2 de fevereiro eles partem para uma turnê européia, que pretendia cobrir vários países desse continente, entre eles, França, Portugal, Iugoslávia, Alemanha e Itália. Mas depois de um show em Roma, na Itália, a banda decide dar um tempo para mais um descanso, uma vez que Kurt não estava aguentando seus compromissos. Juntamente com Courtney, ele decide tirar mais umas férias na própria Itália, para descansar um pouco.
Kurt estava cada vez mais fragilizado e doente. No dia 4 de março, Courtney Love achou seu marido inconsciente em seu quarto, no hotel Rome's Excelsior. Ele acabara de ter uma overdose de um tranquilizante chamado Rohypnol, misturado com champagne. A partir daí, a situação não seria mais reversível. A banda tentou divulgar que esse acontecimento foi apenas um acidente, mas logo descobriu-se a existência de uma carta de despedida escrita por Kurt, provando assim que sua vontade era mesmo suicidar-se. Amigos, empresários, banda, parentes e fãs mobilizam-se, pois viram que a situação dessa vez era muito grave. Depois de permanecer em coma por 20 horas (boatos surgiram de que ele havia falecido), Kurt retoma a consciência e é convencido à voltar para Seattle e ingressar novamente em um centro de recuperação. Era evidente que ele precisava de muito repouso e tempo para se recuperar.
Em Seattle, antes ainda de Kurt ingressar no referido centro, uma outra ocorrência deixa todo mundo ao seu redor alarmado novamente: no dia 18 de março, ele trancou-se em um quarto de sua mansão, novamente com uma arma tirada de sua coleção e ameaçando matar-se. Mais uma vez o problema é contornado e finalmente no dia 30 do mesmo mês ele dá entrada no Exodus Recovery Center, em Los Angeles, para iniciar um tratamento intensivo visando sua recuperação. Os médicos desde cedo alertaram que não seria uma tarefa fácil, tendo em vista que sua dependência estava muito violenta e seus problemas no estômago mantinham seu organismo muito debilitado. Mas a situação volta a ficar complicada mais rápido do que todos esperavam, e dessa vez, de maneira definitiva: aproveitando uma falha de segurança do Exodus Recovery Center, Kurt escapa no dia seguinte à sua entrada e a partir daí não mais foi visto. Diz-se que ele passou de três a quatro dias perambulando pelas ruas da cidade tentando achar drogas para consumir, como se fora um mendigo. Ele teria passado por sua casa também, e mesmo ela sendo constantemente vigiada por familiares e servindo de moradia para o babá de Frances e sua namorada (que dizem ter ouvido barulhos de alguém vagando por lá de noite), Kurt não foi visto por ninguém.
O Nirvana com Pat Smear, na turnê do disco In Utero
No dia 8 de abril de 1994, um eletricista contratado por Courtney Love foi na mansão dos Cobains para instalar um sistema de alarme. Andando pelas estruturas anexas da casa, ele tropeça em algo, perto de uma mesa. Ao acender a luz, percebe que havia esbarrado em um corpo estirado ao chão, com a cabeça esfacelada devido provavelmente à um tiro disparado pela arma que estava caída ao seu lado. Em cima da mesa, uma carta. De acordo com a perícia médica que logo foi chamada ao local, Kurt Cobain se suicidara 4 dias antes, aproximadamente, no dia 4 de abril, mesmo dia em que sua mãe foi a delegacia declarar seu filho como desaparecido.
Em seu organismo, havia heroína o suficiente para matá-lo sem que ele necessitasse de um tiro de uma arma de calibre 38 na cabeça: era apenas uma questão de minutos.
Kurt Cobain foi alçado a posições ainda mais altas das que ele já gozava entre seus fãs. Hoje ele repousa ao lado de nomes ilustres nomes como Jimi Hendrix, Jim Morrison e Janis Joplin. Sua morte foi o primeiro passo para o fim da chamada era "grunge". Rapidamente surgiram teorias absurdas como as que garantem que a morte de Cobain fora arquitetada e executada por Courtney Love, e até pelo FBI.
Dave Grohl hoje em dia é o guitarrista e vocalista do Foo Fighters, que chegou a contar também com o guitarrista Pat Smear. Dave não costuma falar muito sobre Kurt Cobain, com quem chegou a morar durante um breve período logo após sua entrada na banda. Já Krist Novoselic ficou mais tempo longe da música, tempo que aproveitou para participar de várias causas de cunho social, voltando a se juntar a uma banda somente em 1997, no Sweet 75. Este projeto não deu muito certo, assim como o Eyes Adrift que veio a seguir e também terminou logo após o lançamento do primeiro disco. Atualmente Krist parece que não voltará ao mundo da música.
No final de 1994 é lançado o disco "Unplugged in New York", que contém a histórica apresentação do Nirvana em formato acústico para a MTV. E em 1996, sai "The Muddy Banks of the Wishkah", que possui diversas canções de diferentes épocas da banda compiladas a partir de gravações de shows. Especulações sobre o material inédito que banda deixou começam a surgir, mas as visões de Dave e Krist divergem da de Courtney Love, e assim começa uma longa batalha judicial sobre o espólio da banda. Com o advento da internet, grande parte deste material espalhou-se, em forma de bootlegs em mp3, mas o lançamento em formatos oficiais só viria a acontecer a partir de 2002, quando as partes entram em acordo. Em novembro desse mesmo ano é lançada a coletânea "Nirvana" contendo os maiores sucessos da banda e a inédita "You Know You're Right", gravada poucos meses antes da morte de Kurt Cobain em 1994. No final de 2004 é lançado o esperado box set "With the Lights Out", que traz três CDs e um DVD recheado de faixas demos, b-sides e gravações ao vivo. Em 2005 sai "Sliver", nova coletânea, mas dessa vez, baseada somente no material do box set lançado no ano anterior. Daí, seu sub-título: "The Best of the Box".
Além dos lançamentos póstumos sonoros, Kurt Cobain inspira livros, como "Journals", baseado nos diários de Kurt; e "Heavier Than Heaven" (que ganhou edição nacional com o subtítulo "Mais pesado do que o céu"), excelente e completa biografia de Kurt Cobain escrita pelo jornalista Charles R. Cross.





domingo, 24 de fevereiro de 2013
Fabiana Andrade anda de bicicleta com short minúsculo e transparente
Fabiana Andrade escolheu um short minúsculo e transparente e um biquíni tomara que caia para andar de bicicleta na orla da praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, neste sábado, 23. A modelo, que desfilou com o corpo pintado e se envolveu em uma polêmica com a ex-Casa de Vidro Kelly no Carnaval, também resolveu dar um mergulho após o exercício e quase deixou o seio à mostra ao pegar sol na areia.




No Rio, Ludmila Dayer se aventura em uma de suas paixões: o surfe
erão no Brasil é sinônimo de praias lotadas. Não apenas de gente se bronzeando na areia ou se exercitando pela orla. Em algumas regiões, o mar também ganha a sua tribo: os surfistas. É nela que se encontra Ludmila Dayer. De férias no Rio, a atriz de 29 anos, que mora na Califórnia desde 2007, fez questão de se reencontrar com as ondas cariocas, o lugar onde todo o amor pelo esporte começou.
Durante uma performance na Barra da Tijuca, Zona Oeste carioca, Ludmila conta que até os 16 anos morria de medo do mar. Pensou: “Se eu aprendesse a surfar, me sentiria mais segura”. A decisão definitiva de se entregar à prática veio um ano depois. “Meu primeiro amor foi um surfista supertímido, que mal falava. Achei que se aprendesse a surfar, além de termos assunto, poderíamos ficar mais juntos dentro d’água”, conta a atriz. “O relacionamento não deu certo, mas descobri uma nova paixão”.
Ludmila surfa quase todos os dias. E não apenas nas férias no Brasil, mas cotidianamente. “É comum fazer a mala, botar a prancha no carro e sair desbravando as praias da Califórnia atrás das ondas. Já fui também ao Havaí e à República Dominicana. Vou à praia todos os dias. Quando o mar está calmo, ando de skate. E sempre corro durante uma hora na areia”, diz a atriz de 1,60m, que não imagina qual seu peso atual, mas sabe bem dos benefícios da prática esportiva na sua vida.
“Não costumo me pesar. Vejo pelo espelho e pelo caimento das roupas. Mas certamente o surfe ajuda a moldar meu corpo. Não posso malhar o braço, por exemplo, porque remar já ajuda a tornear esse músculo. Trabalho o corpo de forma saudável, sem impacto, e, ao mesmo tempo, a mente também é beneficiada. Quando algo me aflige, quando entro na água sinto que sou curada”, comenta.
A filosofia para corpo e alma que a atriz descobriu com o esporte foi um pouco mais profunda. Da prática, ela tira lições para a vida. “Quando as ondas se apresentam no mar, elas vêm em série; assim como os problemas na nossa vida. Quando estou num momento turbulento, lembro que vai passar e então virá a calmaria. Para surfar, você tem que estar no lugar certo e na hora certa, e por mais que você perca a onda, acaba vindo a outra”, diz Ludmila.



Lívia Lemos na praia: zero celulite!
Lívia Lemos não restistiu ao belo domingo, 24, de sol no Rio e foi dar seu mergulho nas águas claras da praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste. Na areia, desfilou seu corpão em um biquininho micro e sutiã tomara que caia. E um detalhe chamou a atenção: de costas, a apresentadora tem zero de celulite!
CRF 230 ano 2013
Top 10 Motos Mais Caras do Mundo – Confira!
As motos desde o tempo de Harley Davidson são cobiçadas por muitas pessoas, o que faz as motos serem tão queridas é sua beleza além do limite de velocidade atingido por certas motos. Porém Motos com muita beleza e potência também tem um valor muito alto. Confira abaixo as 10 Motos mais Caras do Mundo!
Começando pelo décimo lugar…
10 – CVO Fat Bob
Essa moto lembra muito os modelos Harley Davidson da década de 70, possui motor V-twin com potência necessária para um desfile completo pela cidade e sai por um preço de aproximadamente 25.300 dólares (44 mil reais).








Continuando a sequencia:
9 – CVO Softail Convertible
É uma moto bem confortável para o motociclista, velocidade apropriada para uma viagem à longa distância e está disponível para o mundo todo. Softail Convertible é uma moto desenvolvida para uma viagem e essa confortável moto sai por um preço de 28.000 dólares (aproximadamente 49 mil reais).
Harley Davidson CVO Softail Convertible
8 – Gold Wing
Esta Moto Honda cupa o oitavo lugar de uma das mais caras do mundo, ela é realmente um tesouro, possui um motor de 1832 cilindradas, refrigeração liquida e programa de injeção de combustível, e conta também com um airbag no guidon da moto; e tem o valor aproximado de 28.250 dólares (49 mil reais).
Honda Gold Wing
7 – Street Glide
Praticamente irmã da CVO Ultra Classic Electra Glide, mudando somente o preço e o estilo, possui motor Twin Cam Screaming Eagle de 110 cavalos de potencia e chega a uma velocidade de 315 km/h. Street Glide custa em média 31.000 dólares (54 mil reais).
Harley Davidson CVO Street Glider
6 – CVO Ultra Classic Electra Glide
Essa moto não possui somente o nome grande, ela ocupa a sexta colocação de motos mais caras do mundo, ela foi feita pela famosa empresa Harley Davidson. É uma moto que possui todos os tipos de apetrechos que um motociclista precisa: Motor V-Twin Eagle, manoplas com aquecimento e personalização de cores e rádio com conexão de satélite. Essa potente e carregada moto custa nada mais nada menos que 36.000 dólares (64 mil reais).
Harley Davidson CVO Ultra Classic Electra Glide
5 – MV Agusta F4 CC
Ocupa a quinta posição de moto mais cara mundialmente, chega a uma velocidade de 350km/h e carrega um motor de 198 Hp de força, possui placa de platina única perto da coluna de direção e custa em média 135.000 dólares (240 mil reais), uma verdadeira moto de corrida.
MV Agusta F4 CC
4 – MTT Turbine Superbike
Possui um design que da o título de um dos modelos mais rápidos e também é possível encontrá-la em qualquer parte do mundo. O motor da MTT é praticamente uma turbina feita pela Rolls Royce com 300Hp de força e custa em média 150.000 dólares (266 mil reais).
MTT Turbine Superbike
3 – Macchina Nera
Esta é possível encontrar em qualquer lugar do mundo, foi uma distribuição feita com motor Ducati 998 RS e seu estilo italiano a faz a terceira moto mais cara do mundo custando 200.000 doláres (350 mil reais).
Macchina Nera - Moto Conceito
2 – Ecosse Titanium Ecosse
É uma moto com armação feita de titânio possui 2150 cilindradas com motor V-Twin e tem um preço estimado em 275.000 dólares (480 mil reais).
Ecosse Titanium
1 – Dodge Tomahawk
É a moto mais cara do mundo tem somente 10 unidades distribuídos e custa em média 550.000 dólares (quase 980 mil reais). A Dodge Tomahawk é a única moto que consegue chegar a velocidade de 675km/h.
Dodge Tomahawk - A Moto Mais Cara do Mundo
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Martins RN
Um lugar maravilhoso com um clima ideal, diferente de outros climas, aqui, é um verdadeiro oásis por sobre este sertão la em baixo, frutas como a jaca, a manga etc, mirantes, hotéis, casas antigas, de coronéis antigos, tradições bobas e mesquinhas, em fim, a cidade, o lugar é maravilhoso, nasci aqui; pena que existe pessoas orgulhosas cheias de imperialismos, absolutismos, pobres metidos a ricos, mas, o que tem mais aqui são pessoas orgulhosas,por isso que a cidade não vai pra frente socialmente falando, que pena onde tem orgulho, não tem desenvolvimento para todos...
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
A Origem dos papangus em Martins
Era uma vez, um povo que queria se divertir; mas, os coronéis da cidade, não deixavam o povo se divertir. Então, o povo inventou uma mascara, usando uma mascara, o povo podia se “divertir “fazendo medo e jogando goma nas pessoas, que coisa desagradável; mas era assim que o pobre povo se divertia e ainda hoje é assim. O carnaval, era festejado somente com a classe dos coronéis, os negros e os pobres ficavam somente olhando, então resolveram usar mascaras e jogar goma uns nos outros levando o nome de papangus.
Cristina Mortágua ajeita o biquíni na praia
Ela aproveitou a quinta-feira (21) ensolarada para relaxar na praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A ex-modelo, de 42 anos, escolheu um biquíni fio dental para reforçar o bronzeado e se refrescar com um banho de mar.

Apesar de estar se esforçando para entrar em forma - e estar conseguindo bons resultados - Cristina deixou à mostra algumas gordurinhas e celulite no bumbum enquanto era fotografada pelos paparazzi. A ex-modelo vem investindo em malhação pesada e alimentação saudável para perder os quilinhos extras.
A mudança no shape parece estar deixando Cristina ainda mais motivada. Antes de ir à praia, bem cedo, a ex-modelo já havia mostrado em seu Twitter que está com excelente disposição. "Bom dia, bora colocar um sorrisão no rosto, olhar no espelho e dizer: Eu quero, eu posso, eu consigo!", comentou.
Mayra Cardi pega pesado na academia: 'Chega de moleza'
Mayra Cardi pega pesado na academia: 'Chega de moleza'
A ex-BBB compartilhou a montagem de imagens - em que aparece com um decotão nas costas - no Instagram na tarde desta quinta-feira, 21.
do EGO, no Rio
Mayra Cardi voltou com tudo para a academia e mostrou no Instagram na tarde desta quinta-feira, 21, uma montagem de imagens em que aparece pegando pesado na malhação.
SAIBA MAIS
Mayra Cardi faz bico até para comer salada
Decotada, Mayra Cardi faz pose para foto
Em clima de romance, Mayra Cardi posa com o namorado em Búzios
Na legenda da montagem - em que ela aparece com um decotão nas costas -, a ex-BBB escreveu: "Chega de moleza .... Vamos que vamos, né? Senhores responsáveis pelo meu Corpo e saúde... Depois de papai e mamãe @dr_marcio_tannure melhor médico do mundooo de deixar gente magrinha com e no lugar e @sthanketrainer melhor personal de deixar durinha ... E quem ganha com isso??? Euuu e Egil kkk".
Filha de Paulo Guarnieri exibe o corpão em praia do Rio
Carol Guarnieri aproveitou o solzão no Rio de Janeiro e foi à praia. Ela, que é neta de Gianfrancesco Guarnieri (morto em 2006) e filha de Paulo Guarnieri, esteve na Barra da Tijuca, na Zona Oeste carioca, na tarde desta quinta-feira, 21. Por lá, a apresentadora da nova temporada do programa "Sem Destino", do canal Multishow, exibiu o corpão em um biquíni de oncinha.

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